Beleza e Saúde

Como a saúde mental impacta no dia a dia do serviço

Nosso estilo de vida atual tem se mostrado cada vez mais desgastante e desafiador, o que é praticamente indiscutível. O que precisamos seriamente discutir é, por outro lado, como a saúde mental impacta no nosso dia a dia de trabalho.

Sem falar, é claro, na qualidade de vida, que no fim das contas é quem acaba pagando a conta. De fato, engana-se muito quem pensa que problemas como estresse, ansiedade e até angústia são coisas que ficam do lado de dentro dos muros da empresa.

Na verdade, o ritmo que levamos no horário de trabalho é algo que nos acompanha a vida toda. Inclusive nas decisões pessoais que tomamos, e até na qualidade da relação que levamos com nossos entes queridos, amigos e colegas.

Um exemplo claro é o do trânsito ou do transporte público. Seja qual desses dois uma pessoa utiliza para chegar na empresa que faz construção de piscina elevada, em ambos os casos ela vai ser seriamente impactada, para o bem ou para o mal.

Se o congestionamento estiver tranquilo e se não houver muita poluição tanto do ar quanto sonora, a pessoa terá uma realidade. Porém, se todos esses serviços forem ruins, a realidade e o impacto serão completamente diferentes.

De tal modo que um funcionário que demora uma ou duas horas de trânsito caótico para chegar na firma, já começa o dia em desvantagem se comparado com outro colaborador que não passou por nada disso para ir de casa à empresa.

Esse é apenas um exemplo, dentre milhares, de como nossa saúde mental não apenas impacta no nosso dia a dia de serviço, mas sobretudo de como ela própria pode ser impactada por diversos outros fatores, alguns deles incontroláveis.

Tanto que já existe uma expressão que se chama “estresse de deslocamento”. Trata-se de algo que cada vez mais os gestores, tutores e líderes em geral têm percebido, absorvendo como um ponto fundamental da gestão.

Até porque, se a relação entre saúde mental e produtividade já está comprovada, o mesmo ocorre entre produtividade e sucesso da marca. Ou seja, um negócio de motoboy para delivery precisa de situações ideais para poder crescer e se destacar.

No fim das contas, o que as grandes marcas perceberam é que seu maior ativo não é apenas o dinheiro ou os valores que estão no cofre e nos bancos. Seu maior ativo é o capital intelectual, também chamado de capital humano ou banco de talentos.

Quer dizer, é sua capacidade de manter os colaboradores saudáveis e satisfeitos, o que vai garantir que eles realmente vistam a camisa da empresa. Dito de outro modo, eles só compram a filosofia da marca sob essas condições.

Igualmente, também já se sabe que somente as marcas que contam com uma filosofia ou cultura organizacional muito bem definida, vão conseguir se posicionar em um mercado cada dia mais competitivo, concorrido e desafiador.

Sem falar que o público de clientes também se torna cada vez mais exigente, o que por sua vez fecha um círculo de exigências que demanda um esforço tremendo por parte das empresas, dos seus líderes e das condições de trabalho promovidas.

Até porque, nas últimas décadas, o universo corporativo enfrentou mudanças verdadeiramente radicais e até disruptivas. Basta comparar a realidade de uma imobiliária tradicional com a de um negócio de locação de sala comercial por hora.

Se antes só havia modelos de negócio pautados em locação com contratos fechados e extremamente engessados, hoje existem opções de locação por hora, através de sistemas e aplicativos de celular que facilitam consideravelmente o processo.

O mesmo vale para as mudanças trazidas por softwares, programas de gestão e avanços como computação na nuvem, internet das coisas e afins. Só que nem sempre a tecnologia consegue suprir tudo, pois também há os fatores humanos que ressaltamos aqui.

De tal maneira que, para além da tecnologia, também têm crescido a pressão, a competitividade interna, as cobranças excessivas, os prazos cada dia mais apertados, e daí em diante. O que pode gerar aquilo que se chama ambiente tóxico.

Ou seja, um ambiente de trabalho em que não necessariamente o colaborador se sente à vontade para contribuir, agregar valor e se desenvolver. Com o tempo, isso pode acabar na inversão de valores, que costuma levar uma oposição ao exemplo.

Daí que seja tão importante abordar a questão da saúde mental, pois é sempre nela que vamos cair. O que vale para firmas pequenas que instalam divisoria mdf com porta, como vale para grandes indústrias multinacionais que contam com milhares de funcionários.

Assim, além de explicar aqui os seus conceitos e importância, também vamos listar as três melhores dicas para você cuidar da saúde mental sua ou do seu time. Portanto, para dominar de uma vez por todas o tema, basta continuar até o fim.

O que é e por que importa?

Ao falar sobre o que exatamente é a saúde mental, precisamos lembrar que a própria OMS (Organização Mundial de Saúde) tem uma definição a respeito. O que também já mostra que se trata de uma questão de saúde pública global.

Basicamente, a saúde mental é um estado humano de bem-estar, no qual a pessoa consegue perceber e atestar seu valor próprio, tanto quanto suas habilidades.

Ou seja, uma pessoa que tem boa saúde mental é aquela que sabe do seu valor e consegue, com facilidade ou ao menos com espontaneidade, exercer um papel positivo em sua comunidade, seja familiar ou profissional.

Não é difícil notar que se um time de uma loja que vende cortina com blackout se sente assim, é natural que ele acabe entregando resultados realmente sérios, sólidos e sustentáveis.

Ao mesmo tempo, o oposto é igualmente verdadeiro, de modo que a ausência de saúde mental e de bem-estar vai levando à perda de qualidade de vida e de entrega de resultados, até deprimir cada vez mais o quadro de funcionários.

Quando isso ocorre, o que temos é o oposto da saúde mental, como são os quadros clínicos que costumam levar a neuroses ou mesmo psicoses, que são distúrbios que só um especialista pode diagnosticar e tratar, com terapia ou medicação.

Os sintomas universais que podem ajudar a perceber tudo isso são mais ou menos os seguintes:

  • As fobias;
  • As paranóias;
  • Certa apatia;
  • Insônia;
  • Isolamento social;
  • Pessimismo.

Além da ansiedade e da angústia de que já falamos, ou mesmo de quadros mais complexos como uma sensação profunda de vazio e de não pertencimento, como algo que pode abater qualquer colaborador.

Naturalmente, são esses aspectos que acabam impactando a história de uma marca, prejudicando seriamente sua missão, sua visão e seus valores.

Vale lembrar que o baixo rendimento, o aumento de faltas entre colaboradores e até uma taxa grande de rodízio de funcionários são apenas alguns sinais que dão um alerta de risco.

1. Cultura organizacional

Já citamos esse termo acima e ele é mesmo o grande segredo para uma empresa conseguir garantir que sua missão estará segura.

O problema é que hoje muitos negócios começam apenas com foco em lucratividade e curto prazo. Mas é preciso desenhar muito bem os pilares de missão, visão e valores, em vez de copiar isso de algum site e colocar no seu próprio.

Os donos é que precisam sentar e desenhar os valores que realmente vão nortear a história daquela empresa. Se uma oficina pode fazer um plano de manutenção de ar condicionado split, imagine a importância de um plano de negócios.

Assim, os donos e sócios vão definir algo que depois será passado para executivos e diretores, depois para os tutores e gestores em geral, até que chegue a cada colaborador.

É isso o que começa a garantir um ambiente harmonioso e positivo, contribuindo de modo especial para a saúde mental de cada um no dia a dia do serviço.

2. Invista na comunicação

Pode parecer óbvio dizer isso, mas outro passo essencial é investir no poder da comunicação, que é nossa faculdade humana por excelência.

Assim, em vez de simplesmente estabelecer a cultura corporativa como se fossem mandamentos inabaláveis, impostos de cima para baixo, os funcionários vão poder falar também, sentindo que fazem parte de algo maior.

Se a firma atua na área de bronzeamento artificial de fita, cada um vai poder se expressar quando necessário. Isso inclui reuniões coletivas constantes, bem como um bate-papo individual quando o líder sentir que é necessário.

Quanto mais o funcionário for ouvido, melhor o ambiente. Hoje as empresas chamam isso de cultura horizontal, que permite a participação de todos, em vez de uma diretriz vertical que sempre vem de cima para baixo.

3. Sobre autoconhecimento

Por fim, cada dica aqui já serve para orientar também o indivíduo, como você que pode solicitar um bate-papo individual para pedir feedbacks.

Mas há um conselho ainda mais personalizado, que é o de praticar o autoconhecimento. Ou seja, se você trabalha em um buffet de festa de casamento evangélico, existe a missão da empresa, mas também existe sua missão pessoal.

Assim, você precisa se conhecer muito bem e ter clareza de onde está e aonde quer chegar. Só isso pode manter sua saúde mental e sua centralidade, o que no fundo contribui tanto para você quanto para a empresa.

Considerações finais

Hoje em dia é fundamental explicar o que é a saúde mental e qual sua importância na vida dos colaboradores e na rotina das empresas.

Por fim, listamos as três melhores dicas para cuidar da saúde mental no mundo corporativo, seja no dia a dia pessoal ou do serviço.Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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